Pergunte a qualquer advogado se ele consegue sobreviver sem remuneração e se a resposta for positiva, você deve entender que esse advogado não será aquele que vai conseguir lhe representar satisfatoriamente.

Pergunte a si mesmo se existe algo no mundo como “Free Lunch”

  Agora pense, tente se colocar no meu lugar e reflita sobre esses casos!!!

Quando alguém liga direto para o celular de um advogado ou manda somente uma “pequena mensagem” no WhatsApp a qualquer horário do dia ou mesmo da noite perguntando “só uma perguntinha” ou pedindo “só uma consulta bem rapidinha”, existem centenas de novos imigrantes que por acaso tem a mesma necessidade e a mesma urgência e que me pedem assessoria jurídica remunerada.

Como seria possível atender da forma que merecem os que garantem minha remuneração com os que solicitam disfarçadamente um atendimento jurídico gratuito ao tentar minimizar os fatos utilizando diminutivos?

Quando uma pessoa por exemplo compra um imóvel, escolhe um advogado remunerado para lhe representar mesmo sabendo que um outro advogado que você costuma pedir conselhos gratuitamente é especialista nesse assunto.

Acontece que depois de pagar os honorários a esse advogado que escolhido, a pessoa percebe que ele não resolveu o problema – e pior ainda, agravou muito a situação. Então o que este tipo de pessoa faz? Resolve retornar para aquele mesmo advogado que gratuitamente sempre lhe deu consultoria sem pedir nada em troca mas apenas que o escutasse pois tem muita experiência nesse ramo. Mas agora quer esta pessoa que o advogado que costuma dar os conselhos gratuitamente conserte o dano agravado de graça?

Quando uma pessoa pergunta ao seu advogado “gratuito” se deve ou não assinar um contrato de aluguel, ele pode fazer uma revisão nesse contrato e chegar ao ponto de aconselhar a não assinar, mas existem pessoas que se acham muito “espertas”, entendem do assunto, e mesmo assim assinam apesar de tudo que foi dito e recomendado. Qual é o resultado disso? Acontece e dá tudo errado! É comum nesta situação, este tipo de pessoal liga de volta para o advogado “conselheiro”, pedindo para que ele lhe ajude gratuitamente, é claro, para resolver essa confusão em que se meteu.

Fica a pergunta: Porquê o advogado que deu conselhos (gratuitamente) deveria assumir o caso que complicou de vez gratuitamente? Ele é um profissional e tudo tem um limite!

Quando se pede a um notário para fazer um orçamento sobre um processo com a necessidade de se traduzir um documento, depois de receber as devidas explicações é acordado que o preço pelo serviço que será em função do número de palavras a serem traduzidas.

O trabalho então é realizado e após notarizar o documento, o orçamento definitivo é apresentado. Como é possível nesta fase (serviço concluído) uma pessoa ter a coragem de dizer que não tem como pagar, pois, está sem dinheiro? O que deveria ser feito? O advogado teve muito trabalho para fazer a tradução, com o consentimento deste seu cliente. Com essa atitude, esta pessoa poderá até ser processado se não pagar pelo serviço acordado e prestado.

Tenho ouvindo com frequência que os brasileiros são “folgados” e “abusados” na conotação negativa de que são trapaceiros, mentirosos e querem sempre dar um “jeitinho” em tudo. O país aqui Israel é outro país completamente diferente do Brasil. Este tipo de pessoal tem que se conscientizar que precisa se adequar as leis daqui (para o seu bem). Para isso, sugiro a leitura desses artigos para que tenha melhor noção de como o sistema Israelense funciona.

Para não deixar nenhuma dúvida: Todos os casos acima são verídicos.

Links:

http://voleh.org/pt-br/ma-influencia-da-mentalidade-brasileira/

http://voleh.org/pt-br/um-bom-advogado-dicas/

http://voleh.org/pt-br/cuidado-com-maus-advogados/

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